Cardiologia é mais do que medicina é uma arte.
CRM 2560
Difícil um autorretrato e definição de você e de sua profissão, mas se pudesse dizer quem eu sou profissionalmente em poucas palavras, poderia dizer que sou médico desde os quatro anos, quando disse a primeira vez que seria.
A arte de curar e de aliviar a dor sempre me encantou. Para exercer com o amor e o prazer que a exerço, fiz faculdade na Universidade Federal do Piauí, residência de Clínica Médica no Hospital Heliópolis, Cardiologia, Ecocardiografia e Hipertensão no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia em São Paulo, meu segundo lar.
Posso ainda me orgulhar dos dez anos de experiência Unidades de Terapia Intensiva e de coordenações de UTI na Maternidade Evangelina Rosa e do setor de Cardiologia do Hospital Getúlio Vargas.
Tenho muito de ter construído a Artem. Uma clínica elaborada com todo o carinho, zelo e valor no cuidar. Porque quem faz medicina com amor não trabalha. Cuida do próximo. Todos nós temos um trabalho maior que seu ofício…
Na batida compassada do coração, a cardiologia revela-se como a dança delicada entre a vida e a esperança, onde cada batimento é uma nota de amor e cuidado, tecendo os fios de uma sinfonia que ecoa a melodia da saúde plena.
Na pressão sutil das artérias, a hipertensão é a dança turbulenta dos ventos internos, mas na serenidade do cuidado e na harmonia do equilíbrio, cada batida é um convite à calma, tecendo a paz que sopra nas veias e acalma o ritmo do coração
Aprendemos sobre saúde nas faculdades, congressos, livros, diretrizes. Estamos sempre buscando a mais moderna tecnologia que possa garantir o diagnóstico preciso e o melhor medicamento. A vida e a experiência ensinam que tecnologia é muito importante, evidências científicas também, assim como atualização no diagnóstico e tratamento. Porém, tenho absoluta convicção que aprendemos a ser médicos ouvindo, vivendo e nos colocando na situação de cada paciente. É o que costumam chamar de empatia, ou, em outras palavras, amor ao próximo. Manter a visão ampliada sem perder a particularidade. O todo sem a parte não é todo. A parte sem o todo não é parte, já diria Gregório de Matos.
O motivo que levou o paciente a estar sentado na sua frente é a queixa principal, mas entrada do paciente no consultório e as entrelinhas da comunicação revelam muitas vezes seus verdadeiros problemas. Um estetoscópio nos ajuda muito, mas um bom ouvido pode nos ajudar muito mais. Entender que ali não se trata de uma doença em uma pessoa, mas uma pessoa com uma doença. As grandes dores costumam ser mudas… A boa medicina é arte.
Pois é, hoje procuramos tratar doenças, mas a prevenção e promoção de saúde estão sendo cada vez mais colocadas no segundo plano. Tratar o paciente, entender seu contexto de trabalho, estresse e hábitos de vida, são a ferramenta para promover saúde de qualidade. Todo processo de adoecimento tem um momento inicial e quanto mais precoce detectamos e diagnosticamos, menos complicações teremos. Tudo isso para viver mais e melhor.
Tenho especialização em Clínica Médica, Cardiologia, Ecocardiografia e Hipertensão Arterial. Ter uma visão aguda do micro sem perder o olhar no macro. E assim trabalho
Nossas consultas iniciais duram em média 01 h. Entender o paciente, seus hábitos, nível de estresse e condições emocionais nos permite ter uma visão detalhada no contexto e encontrar soluções específicas para os problemas.
Quando falamos de avaliação clínica, os exames complementares a serem realizados dependem das queixas. Portanto, só durante o atendimento podemos definir melhor quais exames devem ser solicitados. Somos muito heterogêneos.
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